Sábado, Novembro 14

As Quintas e a Prisão...

Dar espaço à discussão...

O presente:

O Futuro:
Imagens cedidas por moradores da Terra-Chã

Qual é a Bela?
Qual é o Monstro?

Segunda-feira, Setembro 1

Era uma vez... um monte verde!

Era uma vez um monte verde...

um monte que irá desaparecer, sem que ninguem dê pela sua falta, devorado pela ganância voraz do DES-envolvimento...

pela gula do poder partidário que corre a todo o vapor para acabar as promessas demagógicas, mastigadas, digeridas e banais que o povo come desenfreado com medo de ficar atrás...

Apesar do Monte Verde não possuir vegetação endemica, uma retirada de inertes desta forma, é motivo de denuncia/indignação devido ao enorme impacto ambiental e visual.


Sexta-feira, Maio 9

Lindo Caminho



Uma caminhada a pé pela canada bonita que atravessa o mato verde com vista para o mar azul...

Biscoitos.

Terça-feira, Abril 22

O dia da Terra...

O dia da Terra é o dia da nossa Terra...

É na nossa terra que temos que começar por mudar as nossas atitudes ...
"Pense global actue localmente"


Vamos manter a nossa casa, a bela ilha Terceira, longe dos monstros...
Lembre-se que podemos sempre ver os exemplos de outros lugares antes de decidirmos qual o modelo de desenvolvimento a seguir.


Quarta-feira, Abril 16

Obra da Recta com inertes ilegais

O Consórcio Mota-Engil, Zagope e Marques, S A entidades responsaveis pela obra da via rápida Vitorino Nemésio, está a utilizar material de extrações de inertes completamente ilegais, sem qualquer tipo de licença ou estudo, violando todas as leis possiveis no que se refere à exploração de pedreiras entre outras o Decreto de Lei nº 270/2001, de 6 de Outubro.
A fiscalização administrativa do cumprimento das disposições legais sobre o exercício desta actividade de exploração de massas minerais incumbe à Câmara Municipal, às Autoridades Policiais e à Autoridade da Segurança Económica, no âmbito das respectivas atribuições, sem prejuízo das competências próprias das demais entidades intervenientes no processo de licenciamento, Ambiente e Ordenamento do Território.
Após comunicar às diversas autoridades competentes na matéria, os factos relatados e constactados mobilizaram ao local a Guarda Nacional Republicana (GNR) para averiguação de tais incumprimentos, foram soliciados no local os diversos documentos legais a um funcionário que apenas registava o fluxo de entrada e saida de veiculos, pois não se encontrava no local o responsável pela extracção, o funcionário quando questionado sobre as licenças de extração e os planos de exploração, segurança entre outros, o mesmo afirmou que não possuia os documentos solicitados, remetendo quaisqueres esclarecimentos para os escritorios de Mota-Engil em Angra do Heroismo.
Com a passividade das autoridades, a extração prossegue sem que nada seja feito, tendo sido constactado que após a extração dos inertes no mesmo local era depositada terra proveniente da obra na via Vitorino Nemésio de forma a incobrir a extração ilegal.
Toda a estrutura ecologica do local está a ser afectada, estando a ser abatidas uma serie de especies endémicas que se encontam na zona dos Biscoitos entre elas a Erica scoparia ssp. Azorica (Urse), Laurus azorica (Louro da Terra), Juniperus brevifolia (Cedro do Mato), Myrica faya (Faia da Terra), Myrsine retusa (Tamujo).
De acordo com uma leitura conjugada da alínea 1, do Artigo 2º do Decreto-Lei nº 316/89, de 22 de Setembro, alterado pelo Decreto-Lei nº196/90, de 18 de Junho, que procedeu à publicação da Convenção de Berna, e do disposto nos Avisos nº 74/92, de 7 de Março, e Aviso n.º 205/95, de 8 de Agosto, são proibidas:
- A sua colheita, apanha, corte ou arranque intencionais;
- A deterioração intencional dos respectivos habitats.
Nos termos do Decreto-Lei nº433/82, de 27 de Outubro, alterado pelo Decreto-Lei nº 196/90, de 18 de Junho, a infracção ao disposto acima constitui contra-ordenação punível com coima no valor máximo de 2493,99 euros para as pessoas singulares ou ate 29927,88 euros para as pessoas colectivas.

Com esta coima poderão ainda ser aplicadas sanções acessórias tais como:
A interdição do exercício da profissão ou da actividade;
Apreensão do equipamento utilizado para a sua captura, que serão perdidos a favor do Estado;
Privação do direito a subsídio ou beneficio outorgado por entidades ou serviços públicos;
Privação do direito de participação ou arrematações a concursos promovidos por entidades ou serviços públicos, de obras públicas, de fornecimento de bens e serviços, ou concessão de serviços, licenças ou alvarás.
Sabendo que tentativa e a negligência são sempre puníveis, resta saber se, por se tratar de um consórcio com empresas de renome nacional a coisa não fica “assim mesmo”.
Fotos e artigo Adalberto Couto:

Quarta-feira, Novembro 28

Concorda com a gestão dos espaços verdes de Angra do Heroísmo (abate de arvores)?
Sim, pois as árvores atraem insectos e sujam a via pública provocando incómodo e acidentes.
Não, a árvores são bonitas.
Não, as árvores valorizam o espaço urbano.
Não, as árvores prestam diversos serviços ambientais (sombra, oxigénio, etc.).
A Gê-Questa não deve interferir com estes assuntos.
A Gê-Questa teve uma boa atitude ao contestar o corte de árvores no espaço urbano.
  

Corte de Árvores

“O LENHADOR QUER, A DEPUTADA SONHA E A AUTARQUIA APROVA”


“Deus quer, o Homem sonha e a obra nasce”

(Fernando Pessoa)


Todos dizemos que vivemos em Democracia; ninguém quer dizer “somos todos iguais, só que uns mais do que outros”! Todavia, e cada vez mais a realidade mostra-nos o contrário: estamos a viver um período deveras difícil. As injustiças são cada vez maiores, as Instituições funcionam para o Partido e em função das eleições, criticar o Governo é sinónimo de perseguição, os boys e as girls prosperam, saltam de partido em partido quais Libelinhas à procura de alimento, a corrupção aumenta, a prepotência é a arma dos medíocres, as aparências avolumam-se dia a dia e os “sobreviventes” prosperam.


Quem acredita que pode sobreviver sem recorrer às influências dos políticos? Como se pode discordar de um dirigente? Quem manda onde? O emaranhado é tão grande que só há duas soluções: ser conivente ou não ter medo das consequências e denunciar, denunciar, denunciar até à exaustão.

Estamos cansados de treze anos de intervenção e denúncias, porém, não nos vamos calar. Sempre trabalhámos por militância, por princípios e convicções de forma a contribuirmos para um Planeta melhor. Não aceitamos que brinquem com os direitos dos cidadãos, com os princípios da cidadania (que cliché mais em voga!) que os interesses do Partido sejam o motor deste tipo de Progresso, não somos boys nem girls: somos ambientalistas, não fundamentalistas, como é costume catalogarem quem defende causas consideradas menores aos olhos dos “maiores”.


Pode-vos parecer descabido intervir por um facto de pouca relevância mas o certo é que ao longo destes anos muito fizemos pela Democracia Participativa. E com que esforço! Poucos acreditarão quantas horas trabalhamos ao serviço de uma Comunidade pouco grata, pouco instruída, nada sensível a este Desenvolvimento, a esta Globalização.

Adoraríamos não existir, infelizmente, assim não é nem se afigura vir a ser.


Lamentamos profundamente que não se aprenda com os erros dos outros, como é o caso do Turismo de massas que já poucos procuram, com a descaracterização de umas ilhas com tanto para mostrar, não fosse a parolice de quem decide imitar o que não funcionou noutras instâncias e não ter criatividade, conhecimentos e cultura cívica para ocupar os cargos que ocupam.


Para nós, é tão importante um Estudo de Impacte Ambiental para construir um Hotel (pois para as estradas fizeram-nos o favor de nunca adaptarem a legislação à Região) como deveria ser para a desflorestação desta ilhas.

A autarquia de Angra tem-se manifestado tão incapacitada tecnicamente para planear uma arborização de qualidade que já não percebemos quem tutela esta área. Em princípio deveria ser um técnico com formação Agronómica, porém, os Engenheiros Civis e as Vereadoras sempre se deram ao luxo de opinarem como se tivessem alguma experiência ou formação agronómica! Todos os anos temos várias surpresas desagradáveis: para encerrar o ano de 2007 presentearam-nos com a intenção de cortarem as árvores da Av. Conde Sieuve de Menezes. Ficámos estupefactos quando soubemos o móbil do crime: não há espaço para a passagem de cadeiras de rodas entre as casas e as árvores; alguns muros estão com pequenas frestas e as raízes de algumas árvores levantaram os passeios. Tão pressurosos são estes nossos autarcas! Porquê esta preocupação com as cadeiras de rodas apenas e só naquela Avenida? Quantos moradores andam de cadeiras de rodas?

Temos obrigação de chamar os bois pelos seus nomes e não deixar que nos atirarem areia para os olhos. As verdadeiras razões são estas: Há uma ou outra árvore que necessita ser substituída, o corte das raízes deveria ser feito para evitar rebentar com os muros, os passeios deveriam ser alargados e construídos de raiz assim como a pavimentação da Avenida. Os problemas de estacionamento resolver-se-iam se fechassem a rua ao trânsito, como foi manifestado por alguns moradores, ou, a colocação de parquímetros seria tão simples como o foi noutros locais.

Porém, outros interesses se levantam e há que dizê-lo duma vez por todas: a casa onde funciona a Sede da Liga dos Amigos do Hospital é propriedade da Presidente da dita Liga, que, embora não more naquela Avenida, invoca problemas de saúde e de falta de qualidade de vida, parecendo julgar-se com mais direitos do que todos os outros moradores. Porque será? Não é isto abuso de poder?

E a Câmara de Angra o que faz? Ora solicita parecer ao seu Lenhador (desculpem: ao técnico que deveria zelar pela preservação dos espaços verdes mas cuja falta de sensibilidade é assustadora, contendo no seu currículo uma série de atrocidades desde a sua entrada em funções), ora decide em função da influência de quem a pressiona.

Será que o corpo técnico da autarquia irá enveredar por mais um erro crasso, tão flagrante e tão vergonhoso? Será que a gestão política o vai aceitar?

O Grupo de Urbanismo da Gê-Questa

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Segunda-feira, Maio 21

Corte de Vegetação em Zona Rede Natura 2000

No trilho da Lagoinha, aberto por esta associação no ano de 2006.
Este ano a manutenção está a cargo de uma empresa privada, mas mesmo assim continuamos atentos.

Alguém cortou vegetação natural neste trilho, aparentemente para criar uma nova vista para a Lagoinha. Quem fez esta acção não sabemos, mas existindo uma entidade contratada para a manutenção deste trilho, também deveria estar atenta a estas situações e reportá-las às entidades competentes.

Não é admissível cortar vegetação natural só para criar uma nova vista, ainda por cima quando mais à frente já existe criada naturalmente pela disposição da vegetação.


Turismo sim, mas não a qualquer custo. O valor turístico dos Açores está na sua natureza e nas suas gentes.

Lixo em trilho pedestre

É incrível os quilómetros que algumas pessoas fazem para fazer lixo.

Este depósito de entulho foi observado a meio do trilho da Lagoinha, um dos poucos trilhos oficiais do turismo na ilha Terceira.